15 de outubro de 2011

FAZ.net > “Tokio Hotel” e outras falhas


(artigo sobre os problemas da primeira companhia discográfica dos Tokio Hotel)

A fusão nos negócios da música de Bertelsmann e Sony tive um começo difícil. O gigante da nova música está a lutar consigo próprio, não com a concorrência. Contentes, porque a Sony BMG está a perder quota de mercado. A terceira parte da série FAZ sobre fusões corporativas.

Ironicamente, os “Tokio Hotel”:... Bertelsmann tinha contracto pela primeira vez com a banda de rock alemã, mas logo depois acabou de repente. Enquanto que as jovens estrelas de Magdeburgo há três anos começaram o seu primeiro disco, os gerentes da maior empresa europeia de meios de comunicação, a fusão da sua divisão musical BMG estava junto da Sony. Depois do novo gigante da indústria a Sony-BMG nasceu, Maarten Steinkamp gerente europeu saiu em primeiro lugar com a pena vermelha. Sony-BMG reuniu numerosos artistas.



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“A crescer juntos era muito mais difícil do que pensávamos”
Não só foram 3.000 dos 8.000 postos de trabalho que foram eliminados ou acabaram com a esperança dos “Tokio Hotel”. O problema foi mais profundo. “Crescer é muito mais difícil do que pensava”, disse Bertelsmann, um dos especialistas. “Culturas corporativas totalmente diferentes” de Bertelsmann e Sony levou a equipa a chegar ao que é hoje em dia, disse. Desde a perspectiva dos alemães com demasiada frequência para eles os japoneses costumam actuar como “centralistas e burocráticos”. Também o director da Sony BMG reconhece que pelo menos nos Estados Unidos, existe o mercado da música mais importante do mundo, com isto houve muitas discussões.
 
Adaptação: CindyK

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